Câmara mantém autorização para privatização de empresas e o Deputado Federal Mageense Zé Augusto Nalin vota a favor do Trabalhador e diz não a privatização!

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De acordo com informações do Globo.com, a Câmara Federal manteve na noite desta terça-feira a possibilidade de privatização de estatais dentro do projeto que dá um socorro financeiro aos estados mais endividados. Os deputados rejeitaram por 285 votos a 143 votos, além de três abstenções, um pedido do PT para que esse trecho foi retirado da proposta. O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, comemorou o resultado e acompanhou de dentro do plenário da Câmara, a votação dos demais destaques apresentados pela oposição. Pela proposta, os estados ficam autorizados a promover a privatização de empresas do setor financeiro, de energia, de saneamento, entre outros.

– Foi a mais importante vitória – disse o deputado Otávio Leite (PSDB-RJ), ao cumprimentar Pezão, que sorriu com a divulgação do resultado.

Com isso, o governo do Rio poderá vender empresas como a Cedae. A Assembleia Legislativa (Alerj) já havia aprovado em fevereiro a lei que autoriza a privatização companhia, mas dependia da votação na Câmara. O projeto da renegociação das dívidas dos estados é fundamental para o Rio de Janeiro e outros estados em dificuldades financeiras, como o Rio Grande do Sul.

Parlamentar Mageense diz não a covardia contra os trabalhadores e vota contra a Privatização de Estatais

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O Deputado Federal Zé Augusto Nalin, de Magé, votou contra a Privatização de empresas dos setores de energia, financeiro, de saneamento (CEDAE) e outros como garantia para o projeto de socorro financeiro aos estados mais endividados do país.

Com esse Voto o Parlamentar Mageense carimbou o seu total compromisso com os trabalhadores do Brasil.

Vale lembrar que o projeto que ajuda aos estados permite a suspensão por três anos (prorrogáveis por mais três) do pagamento das dívidas junto à União. Mas, para receberem esse benefício, os estados têm que cumprir severas medidas de ajuste fiscal, entre elas estão venda de ativos, contenção de reajustes a servidores, redução de renúncias fiscais e aumento da contribuição previdenciária para 14%.

A Câmara ainda precisa votar outros destaques ao texto base, aprovado na semana passada. Mas há apenas um que é considerado perigoso, que trata da questão previdenciária. Depois de concluída a votação na Câmara, o projeto vai ao Senado.

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, está em Brasília, onde acompanha na Câmara dos Deputados a votação. Mais cedo ele disse que espera que todos os destaques sejam derrubados na votação desta terça-feira, e que o projeto siga para o Senado. Segundo o governador, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), prometeu uma aprovação rápida no Senado assim que o projeto das dívidas for para aquela Casa.

– Ele disse que vota rápido no Senado, porque esse projeto já veio do Senado. Quero que vote rápido para ir para o Senado – disse o governador.

Ele disse ainda que o governo do Rio poderá adotar novas medidas para melhorar as finanças com a aprovação da renegociação das dívidas e da própria reforma da Previdência.

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